
Da Assessoria ALEP
A experiência do primeiro voto ganhou um espaço especial na 41ª edição da Assembleia Itinerante, em Maringá. Em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), a Assembleia Legislativa do Paraná está proporcionando aos visitantes da Expoingá 2026 uma vivência prática com a urna eletrônica, aproximando estudantes e a população do processo eleitoral brasileiro.
A ação acontece no estande da Assembleia Legislativa, onde servidores da Justiça Eleitoral orientam estudantes e visitantes sobre o funcionamento da urna, o voto consciente, a acessibilidade e a segurança do sistema eletrônico de votação. A iniciativa integra as atividades de educação política desenvolvidas pela Escola Judiciária Eleitoral em conjunto com a Escola do Legislativo da Assembleia.
Durante as atividades desta quarta-feira (13), alunos do Colégio Tânia Varella Ferreira puderam participar de uma simulação de eleição utilizando uma urna eletrônica oficial, com candidatos fictícios. A proposta é familiarizar, principalmente, os jovens que irão votar pela primeira vez com o equipamento utilizado nas eleições brasileiras.
Além da simulação de votação, os servidores do TRE-PR também orientam os visitantes sobre a importância da chamada “colinha”, material em que o eleitor pode anotar previamente os números dos candidatos para facilitar o momento do voto. Exemplares impressos estão sendo distribuídos gratuitamente no local.
Conscientização – O analista judiciário do TRE-PR, Frederico de Almeida, explicou que o trabalho da Justiça Eleitoral vai além da organização das eleições e inclui ações de formação cidadã e conscientização política. “A Justiça Eleitoral, para além da atividade de eleição, também trabalha para a educação para a cidadania, que é algo extremamente importante no aspecto da informação, para que as pessoas possam conhecer”, destacou.
Segundo ele, a urna eletrônica brasileira também é referência internacional em acessibilidade. “A urna eletrônica que a gente trouxe aqui, nós queremos mostrar alguns elementos para além da segurança, que já é algo muito importante e consolidado. O teclado, por exemplo, foi pensado como uma calculadora, para que as pessoas tenham facilidade na hora de votar. Também colocamos o branco, o corrige e o confirma com cores diferentes, permitindo que as pessoas possam corrigir sem problema nenhum”, explicou.
Frederico também ressaltou que o equipamento possui recursos voltados à inclusão. “A urna também tem linguagem de sinais, fazendo com que as pessoas possam utilizar este mecanismo de acessibilidade. Portanto, a urna eletrônica é exemplo para o mundo ao trazer essa acessibilidade, e disponibilizar isso para a população é muito importante para a Justiça Eleitoral”, afirmou.







