O silêncio sobre o paradeiro de Angélica Vitor permanece, mesmo depois de quase seis anos de buscas e investigação. O inquérito que apurava o desaparecimento da moradora de Terra Boa foi arquivado pelo Ministério Público, após a investigação não reunir elementos suficientes para comprovar a ocorrência de um homicídio ou identificar um possível responsável. A informação foi confirmada pela assessoria da Polícia Civil do Paraná.
Angélica desapareceu em 12 de dezembro de 2020. Naquele dia, ela esteve na casa de uma tia e, posteriormente, retornou para sua residência acompanhada do ex-marido e do filho do casal.
De acordo com relatos apresentados pela família, depois de chegar em casa, ela teria informado que sairia para “dar um rolê”. Desde então, não foi mais vista.
A última visualização registrada no aplicativo de mensagens ocorreu por volta das 13h daquele dia. Familiares afirmam que Angélica deixou a residência apenas com a roupa que usava e o celular, sem levar documentos pessoais.
Durante a investigação, uma das linhas consideradas pela Polícia Civil foi a possibilidade de homicídio. No entanto, conforme informado pela corporação, não foram encontrados elementos suficientes para confirmar a prática de um crime ou apontar a autoria.
Segundo a família, antes do desaparecimento Angélica levava uma rotina considerada normal. Ela trabalhava, frequentava a academia e também ajudava nos cuidados com os ex-sogros.
O arquivamento do inquérito não encerra a ausência de respostas para os familiares. Angélica continua desaparecida e não há, até o momento, informações sobre onde ela está ou o que teria acontecido após sua saída de casa naquele dia.
Para a família, a esperança permanece na possibilidade de surgirem novas informações que possam esclarecer o desaparecimento e revelar o paradeiro de Angélica.
Com informações: Repórter Alex Amadeu










