BELTRÃO l Mulher vai à delegacia e denuncia ex-namorado por estelionato

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Mulher acabou tendo um prejuízo estimado em R$ 5 mil ao contrair dívidas em compras feitas pelo estelionatário em seu nome e cartão de crédito( foto: Jr Garbim/ JER)
Evandro Junior

Uma mulher, de 43 anos, esteve na tarde de quinta-feira (05/03) na Delegacia de Polícia de Engenheiro Beltrão, para registrar uma queixa contra seu ex-namorado pelo crime de estelionato.

Aos prantos,  a vítima, que é moradora do Conjunto Paulo Grandi, disse que foi iludida pelo então namorado, que se aproveitou de sua confiança para dar-lhe um considerável prejuízo.

De acordo com informações do inquérito instaurado pela Polícia, a vítima relatou que conheceu o acusado pelas redes sociais e que manteve um relacionamento de cerca de quatro meses. Neste período, o homem foi ganhando sua confiança e aproveitou-se da sua boa-fé para convencê-la a fazer compras utilizando seu nome e seu cartão de crédito.

Segundo a vítima, ele garantiu que pagaria as compras, pois se tratava de uma pessoa honesta e trabalhadora, e que era empregado de uma conhecida empresa do ramo de bebidas da cidade de Maringá.

Acreditando nas “doces palavras”  do bon vivant, a mulher efetuou várias compras nos comércios da cidade. Numa das lojas, o então namorado comprou um aparelho celular avaliado em R$ 2.230,00. Ele também fez compras em mercados, lojas e ainda emprestou certa quantia em dinheiro da vítima, que inocentemente estava envolvida pelo golpista.

Depois de conseguir o que queria, o “namorado apaixonado” terminou o relacionamento e simplesmente desapareceu, deixando a mulher com um prejuízo de mais de R$ 5 mil.

Segundo o investigador Daniel Silva, o caso é tipificado como um crime de estelionato, já que o acusado utilizou-se da boa-fé da vítima para iludi-la e dar-lhe um enorme prejuízo.

O investigador citou ainda que o acusado, que mora em Barbosa Ferraz,  já tem outras queixas na delegacia de Engenheiro Beltrão. Uma delas é pelo crime de furto a um veículo VW/Gol, que foi literalmente tomado na “mão grande” de seu proprietário.

 

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