Jovem beltrãoense escapa com vida de gravíssimo acidente com vítimas fatais na BR-487

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A jovem beltrãoense foi socorrida pela equipe dos bombeiros e Samu (foto: Rafael Silvestrin)
Evandro Junior

A jovem beltrãoense, Thalia Torelli, de 19 anos,  ficou gravemente ferida em um acidente ocorrido na noite do último domingo, dia 30, na rodovia BR-487, no trecho que liga Campo Mourão a Luiziana.

O sinistro ocorreu por volta das 21 horas, no KM 199, e envolveu dois veículos: um VW/Gol, que seguia no sentido a Luiziana, e uma Picape  GM/Montanta, que seguia no sentido contrário (Luiziana a Campo Mourão). A princípio, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atendeu a ocorrência, não soube informar qual dos veículos invadiu a pista contrária.

De acordo com informações da reportagem do site Tá Sabendo, a colisão violentíssima entre os dois automóveis resultou na morte de duas pessoas que estavam no VW/Gol. As vítimas foram identificadas como sendo: Castorina das Dores Squincali, de 44 anos, e sua filha, Gislaine Squincali, de 28 anos.

Gol ficou completamente destruído após choque frontal com a picape ( foto: Rafael Silvestrin)

Outras cinco pessoas ficaram feridas e foram socorridas pelas equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros. Entre as vítimas estava uma da criança, passageira do Gol, que foi encaminhada em estado grave – com risco de morte –  para o hospital de Campo Mourão.

A beltrãoense Thalia Torelli estava na GM/Montana, e acabou tendo ferimentos considerados graves e também foi encaminhada a um hospital em Campo Mourão. Segundo informações de familiares, a jovem seguia internada na UTI – em coma induzido.

A picape Montana era dirigida por um jovem, de 22 anos, que não sofreu ferimentos. O motorista submete-se ao teste do bafômetro, que constatou que ele não havia consumido álcool.

Na colisão, Montana foi lançada para fora da pista e ficou irreconhecível ( foto: Rafael Silvestrin)

A PRF organizou o trânsito, que ficou parado por horas até a conclusão do resgate. O IML esteve no local e fez a remoção dos corpos das vítimas fatais para exames de necropsia.

Fotos: Rafael Silvestrin/Tá Sabendo

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